[...] Passei todo o tempo à procura de sentir... sentir a vida dentro de mim. Sempre busquei emoções fortes, aventuras, adrenalina, tudo que pudesse me fazer se sentir viva, mesmo que por alguns minutos. Nunca gostei do fácil, ele não tem graça, não requer muito esforço e com pouca astúcia você consegue adquiri-lo. E isso não me atraí, eu gosto do difícil, do quase ou ate mesmo impossível, do que requer muito esforço, qualidade e perfeição. Gosto de desafios, eles me servem como uma auto-avaliação. Gosto de debates, outros pontos de vista, tão egocêntricos, quanto o meu. Gosto da objeção, até mesmo quando referida a mim. Não admiro pessoas com qualidades iguais as minhas, mais admiro as com qualidades sublimes. O que não significa que eu não tenha admiração própria. Acredito em destino, tenho fé em coisas místicas, creio que o futuro não é um lugar onde estamos indo, mas um lugar onde estamos criando. Tudo é muito relativo e muda constantemente, em minha massa cinzenta o que me trás a certeza de que nada existe realmente, a não ser as aparências que existem simultaneamente...Talvez seja por isso que eu viva em busca de sentir, e faça de cada sensação um registro da vida.
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